Desde os filósofos estóicos até os minimalistas contemporâneos, a atenção ao cotidiano sempre foi uma prática associada à lucidez. Não é novidade que as grandes verdades da vida muitas vezes se revelam nos intervalos — a diferença está em perceber, em questionar e não deixar a individualidade desaparecer na rotina e nas regras que ela tenta impor.
Ver - e viver - o extraordinário no ordinário é, antes de tudo, um exercício pessoal de consciência e independência.
Este é o convite desta edição do MS Journal, nossa publicação quinzenal sobre arte, arquitetura, design e filosofia, que hoje chega ao número #10.
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Walter Benjamin falava sobre a “aura” das coisas — uma qualidade única, situada no tempo e no espaço, que se perde na repetição mecânica da modernidade. Já Gaston Bachelard, em A Poética do Espaço, escrevia sobre a casa como extensão simbólica da alma, onde cada canto, cada superfície, carrega camadas de memória e sentido. |
Mas, qual é o papel dos objetos na busca do extraordinário no dia a dia?
Em um mundo saturado de estímulo visual e de tendências e comportamentos impostos, é quase radical escolher o essencial, o silencioso, o diferente.
As nossas peças são pensadas para serem ferramentas de expressão diária de quem busca essa independência de viver nos próprios termos. E assim, reconhecer que o cotidiano pode sim ser extraordinário.
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Uma playlist para ouvir com o corpo relaxado: Rainy Days |
Transforme as peças que você não usa em algo novo.
O processo é fácil, sem taxas e você pode iniciar a qualquer momento. |