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MS Journal #23  :  Dezembro 2025

 
 

RETROSPECTIVA

 

Um ano de conteúdos que desenham, com clareza, o que somos e o que queremos quer ser.

 

Este ano, o MS Journal se tornou o reflexo do nosso universo. Falamos do tato, do silêncio, da música, da filosofia, da beleza da matéria, da arquitetura como gesto, dos símbolos que nos constroem e do olhar de outros criadores que ampliam o nosso.

 

 

Ao compartilhar as nossas referências e reflexões, esperamos nos aproximar, através da nossa afinidade intelectual e, quem sabe, contribuir para que os nossos clientes e leitores tenham mais ferramentas, conteúdo, profundidade e intenção.

 

 

Olhando para trás, cada edição parece um convite à reflexão sobre como viver com mais intenção. Aprendemos a desacelerar o olhar, a recuperar o pensamento perdido no ruído, a confiar nos sentidos como guias e a encontrar o extraordinário nas formas mais ordinárias. Descobrimos que o mundo se revela melhor quando o corpo está disponível, a mente está aberta e o olhar está treinado.

 

I. Do tato ao silêncio: voltar à vida sem intermediação — (#21, #20, #16)

 
Anel Gap
 

II. Pensar É Um Ato de Resistência — (#15, #14, #13)

 
Anel Gap
 

Em um mundo acelerado, a filosofia vira ferramenta de sobrevivência.
A mente precisa de espaço, e criar esse espaço é um gesto ativo.

 

 

#15 — Filosofia no século XXI, pensar aparece como luxo, quase como desacato.
A reflexão profunda torna-se escassa, e nós a defendemos como algo vital e político.

 

 

#14 — Quando o estranho nos invade introduz o desconforto como convite: aquilo que desestabiliza pode ser precisamente o que expande a consciência.

 

 

#13 — O que significa ser livre hoje? fecha o ciclo com uma pergunta-base: liberdade, na era do algoritmo, é escolher o que pensamos ou apenas reagir?

 

III. O Olhar Como Obra — (#19, #18, #12, #10)

 

Sobre ver melhor: impresso, matéria, paisagem, cotidiano
olhar é mais que enxergar — é editar o mundo com intenção.

 

 

Se os journals acima falavam de sentir e pensar, estes falam do olhar — treiná-lo, desacelerá-lo, reencantar-se com o mundo.

 

 

#19 — A beleza do impresso, celebramos o papel, a textura, a pausa narrativa que só o físico permite.

 


#18 — Richard Serra, o peso da matéria vira linguagem: arte como presença bruta.

 


#12 — Geoffrey Bawa, a arquitetura tropical moderna como convite a um viver mais integrado.

 


#10 — Buscando o extraordinário no ordinário, ela fecha esse quarteto: ver é escolha. E o extraordinário está sempre ali, desde que estejamos disponíveis.

 

IV. Símbolos, Objetos e Ferramentas — (#09, #08, #07, #06)

 

Minimalismo, símbolos e as coisas que nos constroem
nossa relação com objetos — físicos, conceituais ou simbólicos — define como habitamos o mundo.

 

 

Aqui, investigamos aquilo que nos ancora:

 

 

#09 — Por que precisamos dos símbolos?: porque eles nos explicam antes mesmo das palavras.

 

#08 — Minimalismo: menos como estética; mais como clareza mental.

 

#07 — Ferramentas: objetos que ampliam nossa capacidade de viver

 

V. Olhar do Outro, Reflexo de Nós — (#17)

 

O universo ao meu redor, por Cami Cilento

 

 

Um ponto fora da curva, mas essencial. O Journal #17 abriu espaço para o olhar de outra pessoa — e, ao fazer isso, reforça nossa  tese silenciosa:  ver o mundo através do outro expande o nosso.

 

 

Que o próximo ano continue sendo um convite para ver, sentir e pensar com mais profundidade, e menos pressa. Compartilhe esta newsletter com quem você acha que também vai gostar de mergulhar no nosso universo atráves do MS Journal.

 
 

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Enviado por Marina Schaffa
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